Pelas ruas da minha cidade Passeio vagarosamente e solitário Como um ínfimo colibri Navega num oceano indefinido.
Vejo não apenas as minhas solidões, Mas também o desespero dos demais Que a sofrer mostram aquilo que escondem Nas suas entranhas vazias e nos seus corações.
Gostava de compreender o físico das pessoas. Não só olhar interiormente, Pois já quando uma lua Se juntava com as outras seis, Sofria por em jejum olhar para Algo tão inacabado e parente.
Oh, o que o mundo sofre por ser diferente!
Vivo com a indiferença, Da diferença da própria indiferença. Sofro por querer ser diferente e não poder. Não, não me falem de imortalidade! Aquilo que eu quero é apenas e só poder Enfim, Tecer!
maninho que saudades que eu tenho adoro-te es o mano mais lindo do mundo beijinhos querido qualquer coisa que precises sabes que podes contar comigo força.